A justiça pediu a prisão de 14 pessoas acusadas de envolvimento na tortura dos suspeitos que participaram do assassinato da jovem Tayná Adriane Da Silva, de 14 anos, em Colombo, na região metropolitana de Curitiba.
Seis policiais civis se apresentaram na noite desta quarta-feira na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, acompanhados dos advogados.
Antes de se entregarem, a equipe do Brasil Urgente, da Band TV, com exclusividade, conseguiu conversar com os policiais.
O advogado de defesa, Marluz Dalledone, afirma que os não
existem provas para que os policiais fiquem presos.
Entre os pedidos de prisão está o do delegado Silvan
Rodiney Pereira, ex-chefe da Delegacia do Alto Maracanã, que iniciou as
investigações. Até agora ele não foi encontrado.
Outro dois policiais civis, um militar e um guarda
municipal já estão presos. Outro policial, um auxiliar de carceragem e um preso
de confiança estão entre os acusados. O
pedido de prisão dos 14 acusados veio depois que os quatro funcionários de um
parque de diversões suspeitos da morte da menina Tayná alegaram que houve
tortura para que eles confessassem os crimes de assassinato e estupro da
adolescente.
Os quatro suspeitos, que haviam sido presos antes do
corpo ser encontrado estão soltos, com proteção da polícia. O crime aconteceu
no dia 25 de junho e um novo delegado, Guilherme Rangel, investiga a
participação dos suspeitos da morte da menina e se há envolvimento de mais
pessoas.
Informações: TV Band Curitiba